segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Revisão: Da Criação até Abraão

REVISÃO 
Resumo das aulas anteriores
Criação; Adão e Eva; Caim e Abel; Noé e o dilúvio; A torre de Babel; Abrão (parte 1)

Deus criou o mundo e tudo o que nele há. Quando tudo estava pronto, ficou feliz, achou que estava bom. Criou o homem e a mulher e achou muito bom e abençoou a sua criaçao. Deus tinha um plano, formar uma família muito bonita e feliz. Mas, o pecado entrou no mundo pela desobediência à Deus. As conseqüências foram muito ruins, primeiramente, deu-se o distanciamento do casal para com o seu criador. Foram para longe de Deus. Tiveram uma vida de muitas dificuldades. 

Desse casamento, nasceu inicialmente, Caim e Abel e posteriormente Sete, dentre outros que vieram mais tarde. A família seguiu a sua trajetória,  procurando ensinar a seus filhos o labor que garantia o seu sustento e transmitindo alguns ensinamentos que haviam aprendido. Caim tornou-se agricultor e Abel, pastor. Ambos tinham atitudes muito diferentes um do outro. Caim era invejoso, tinha atitudes que não agradavam ao Senhor. Abel, por outro lado, tinha o coração bondoso e Deus se alegrava nele. Desde crianças, seus pais os ensinavam a levar ofertas ao altar do Senhor. Quando já eram adultos, certa vez, diz a Palavra, que cada um levou daquilo que produziam, a melhor parte para ofertar ao Senhor.  Deus aceitou com agrado a oferta de Abel, mas recusou a de Caim. Caim ficou furioso. Então, Deus lhe disse que se ele mudasse de atitude, se praticasse boas obras, aceitaria suas ofertas. Deus não se atenta senão para o nosso coração. As nossas intenções, a maneira como o nosso coração está na Sua presença é o que conta, verdadeiramente. Caim, certamente não estava querendo agradar a Deus e sim competir com seu irmão. E a Palavra nos ensina “amarás, pois, o senhor teu Deus, de todo o teu coração e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento”(Dt. 6:5), acima de todas as coisas. O sacrifício mais agradável ao Senhor é o louvor (Sl. 1-2; Ex. 1-18) que brota do coração daqueles que o amam em espírito e em verdade. A história desses dois irmãos não tem um final feliz. Caim,  motivado pela inveja, pelo ciúme, matou o seu irmão. Caim, assim como se deu com seus pais, foi para longe da presença do Senhor. Teve a oportunidade de se redimir, de modificar o seu estado de espírito, mas preferiu uma outra caminhada. A sua descendência produziu homens que assim como ele, tinham a maldade muito latente em seus corações. O pecado começou a se expandir de tal forma, que já não havia mais como reverter a situação. Deus estava muito triste porque a humanidade havia se corrompido. O pecado se tornou uma epidemia que se alastrava por todas as cidades de uma forma assustadora, levando homens e mulheres a um estilo de vida degradante (Gn. 6: 5 e 7). 

Em meio a isso tudo, Deus que a tudo estava atento, não ignorou o coração bondoso de um homem chamado Noé (Gn. 6:8),  e de sua família. Certo dia, Deus falou com Noé e disse que teria que destruir aquelas cidades (Gn. 6:17) porque não havia mais o que fazer. Orientou-o a construir uma enorme arca  onde deveria levar, além de sua família, um casal de cada espécie de animais (Gn. 6:14-16). E assim sucedeu, conforme havia dito o Senhor, aconteceu o grande dia anunciado. Um grande dilúvio se abateu sobre a face da terra. Durou quarenta dias e quarenta noites (Gn. 7: 12). Noé havia sido orientado a levar mantimentos para o tempo que foi determinado. Quando finalmente passou a grande chuva, Deus diz a  Noé  para sair da arca e  se estabelecer com  sua família naquele lugar (Gn. 8:15-19). Deus os  abençoou e ordenou que tivessem muitos filhos para encher a terra. (Gn. 9: 1).  Em agradecimento, Noé  construiu um altar para o Senhor (Gn. 8:20). Deus fez uma aliança com Noé, de que nunca mais mandaria um dilúvio sobre a face da terra e  colocou no céu um grande arco, em forma de anel, que nós conhecemos como arco-íris, para que esse pacto fosse sempre lembrado (Gn. 9:11-15).


Conforme está escrito em Gênesis 11:1-9, Noé e seus familiares haviam se instalado em lugar seguro, conforme havia ordenado o Senhor, cresceram e se multiplicaram. Construíram uma cidade chamada Babilônia (Báb-ilim, ou Bâbili, em babilônico que significa “Porta de Deus”) . Todos falavam a mesma língua. No decorrer de 120 (cento e vinte) anos pós-dilúvio, muitas mudanças ocorreram. Motivados pelo orgulho, se reuniram, para construir uma gigantesca torre cujo propósito era eternizar os seus nomes. Aquela construção gigantesca representava a ostentação, o poder e a vaidade.  Queriam alcançar o céu, não para estarem mais próximos de Deus, mas para competir com Ele, mostrando que poderiam também fazer coisas grandes, queriam alcançar o céu por si mesmos. Deus não se agradou do que viu (Mt. 23:12), destruiu a torre (Is. 11:19), para que não mais se reunissem para maquinar o que não era bom aos seus olhos, confundiu suas línguas e cada um passou a falar um idioma diferente, não mais havendo entendimento entre eles. Assim, foi a origem do nome dato aquela torre “Babel”, que em hebraico significa confusão. Por não se entenderem mais se espalharam por vários pontos da terra, sendo este o início de várias culturas diferentes espalhada pelo mundo.


Conta-nos a Palavra de Deus que havia um homem, da descendência de Noé, chamado Abrão que vivia juntamente com sua família em um lugar muito distante chamado Ur dos Caldeus (Gn. 11:28). Esta cidade ficava cerca de 160 km a sudeste de Babilônia, perto do rio Eufrates, região hoje, chamada Iraque. Conforme está escrito em Isaias 47:12 , o povo que sobreviveu ao grande dilúvio agora se voltava à idolatria e se entregava aos prazeres da carne e toda sorte de corrupção humana, comprometendo o Seu Plano de Salvação. Porém, em Abrão, homem virtuoso e de fé, vê novamente essa possibilidade de trazer à humanidade a redenção através de Seu filho amado Jesus Cristo. Em Atos 7:3, Estevão afirma que Deus apareceu a Abrão e ordenou que saísse do lugar em que vivia juntamente com sua parentela e se dirigisse a um lugar distante ainda não conhecido, mas dando-lhe a certeza que Ele lhe mostraria o caminho. No Vs 4 do mesmo capítulo, Abrão mostra-se obediente e se desloca de Ur a Harã, lá ficando até a morte e seu pai. Já com idade avançada (75 anos), em obediência ao Senhor, Abrão tomou Sarai, sua esposa que era estéril e não podia ter filhos, seu sobrinho Ló e também os seus bens adquiridos e seguiu adiante ( Gn. 12:1 e Hb 11:13) em direção à terra prometida, Canaã (nome antigo da atual Palestina). A intenção de Deus era, mais uma vez, separar a boa semente para não comprometer a colheita. Em Abrão viu a possibilidade de formar a nação escolhida (Gn. 12: 1-3). No Vs. 5 e 6, diz que, finalmente Abrão e sua família chegaram à Canaã. Atravessaram o país até chegarem em um lugar chamado Siquém, onde havia um pé de carvalho de Moré, Lá o Senhor veio a ele e lhe disse que aquelas terras lhe seriam dadas e a toda a sua descendência. Abrão, em agradecimento, construiu nesse lugar, um altar para o Senhor. Porém, as dificuldades começaram a surgir, não obstante à promessa do Senhor, passaram grandes tribulações. Houve um período em que a fome assolou aquele lugar e Abrão e seu povo tiveram que se deslocar em direção ao único lugar onde ainda havia mantimento, ao Egito. Lá chegando, receoso de que os egípcios o matasse para ficar com sua mulher que era, segundo suas próprias palavras, muito bela (Gn. 12:11), disse-lhe para mentir dizendo que ambos eram irmãos e assim lá permanecessem em segurança (Gn. 12:13). E assim sucedeu. O Faraó encantou-se com Sarai e tomou-a para si, retribuindo a Abrão em bens. Isto não agradou ao Senhor. Diz a Palavra que “Feriu o Senhor a Faraó com grande praga, e a sua casa” (Gn 12: 17). E este veio a ter com Abrão e o liberou em segurança até que saíssem daquele lugar, levando consigo todos os seus bens. Prosseguiram a viagem em direção ao sul, chegando a um lugar de nome Betel (Gn. 13:3), próximo onde havia construído o altar e ali invocou o nome do Senhor. A um certo tempo, Abrão e o sobrinho Ló se separaram. Ló seguiu em direção a campina bem regada de Sodoma, onde parecia ser o lugar mais atraente aos seus olhos (Gn. 13:10). Porém, diz a Palavra que em Sodoma habitava toda a corrupção, os homens daquele lugar eram maus aos olhos do Senhor (Gn. 13:13). Abrão se dirigiu ao lugar mais elevado, em Canaã. Quando ele estava só, longe do seu sobrinho, o Senhor veio então a ele e lhe disse que olhasse no seu entorno, onde suas vistas nem pudessem alcançar e lhe prometeu tudo aquilo por herança. (Gn. 13:14).



Obrigado Senhor

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Abraão: A promessa de Deus se cumpre

Seja bem vindo!
A paz do Senhor Jesus esteja com você!
Que bom que você veio nos visitar. Aqui  você poderá, além de ver álbuns de fotos das aulas, compartilhar conosco um pouco sobre o que foi tratado nas aulas anteriores e socializar o conteúdo com outras pessoas também. Na aula de hoje veremos que a história de Abraão é fascinante. Nela podemos refletir sobre muitas coisas interessantes, como por exemplo, que Deus tem um propósito na minha e na sua vida e que há para nós uma promessa de bênçãos sem medidas, basta crer e prosseguir em direção ao alvo com perseverança. Não importa  a sua idade, dê um passo a cada dia na direção do Senhor Jesus, primeiro, conhecendo a sua Palavra e crendo, permanecendo firmes e obedientes a seus ensinamentos. Jesus disse que não há outro caminho que leve ao Pai se não for por Ele (João 14;6) Amém! Que Deus os abençoe, até a próxima aula onde estaremos ainda explorando esse tema maravilhoso.  Profª Sônia

PLANO DE AULA

DATA: 04/02/2012
TEMA: ABRAÃO
A PROMESSA DE DEUS SE CUMPRE
TEXTOS BÍBLICOS: Gn.11:26–32,  13:18), Atos 7:2-5;
VERSÍCULOS PARA DECORAR:
“Como descendentes de  Abraão, somos herdeiros,   segundo a promessa de Deus” ( Gl. 3:29).
Pela fé, Abraão, sendo chamado, obedeceu” ( Hb. 11:8).
1ª Parte do Estudo

OBJETIVOS:  Que  as crianças compreendam que Deus tem uma promessa na vida de cada um e que é preciso confiar nEle, ter fé, ser obediente e perseverar, para que se cumpra os seus propósitos que são sempre muito bons.
  
INTRODUÇÃO:  A Bíblia nos ensina, através de Abraão, que toda promessa de Deus se cumpre, mas que é preciso perseverar na fé para alcançar as bênçãos do Senhor em nossas vidas. Esta passagem é de grande importância sob muitos aspectos, mas, sobretudo, para ilustrar que  “sem fé, é impossível agradar a Deus “ ( Hb. 11:6).  O estudo desse tema é muito amplo, sendo necessárias pelo menos três aulas posteriores para concluir o assunto.    Os tópicos a serem tratados serão: Promessa de Deus, Obediência e fé; Ide, Provas e aflições, Fidelidade do Senhor. 

PROCEDIMENTOS: Em círculo ou semi-círculo.  Apresentar uma caixa de presente, contendo nela alguns questionamentos sobre as aulas anteriores. Colocar uma música e circular entre eles a caixa, passando de mão em mão, rapidamente, até a música parar. A  criança que tiver com a caixa na mão, deverá retirar uma pergunta, ler e responde-la. Se ela não souber a resposta, então será dada a oportunidade para alguém do grupo ajudar. A dinâmica deverá continuar até que todos tenham participado. Em média, esse momento não deverá ultrapassar 5 a 10 minutos. Após a revisão, iniciar a contação de história sobre  Abraão, reforçar o conteúdo com vídeo previamente selecionado e em seguida, com o suporte do roteiro entregue, deverão consultar a Bíblia,  respondendo a todas as questões. Por último, entregar atividades ilustradas sobre o tema para que sejam pintadas.

CONTAÇAO DE HISTÓRIA: Conta-nos a Palavra de Deus que havia um homem, da descendência de Noé, chamado Abrão que vivia juntamente com sua família em um lugar muito distante chamado Ur dos Caldeus (Gn. 11:28). Esta cidade ficava cerca de 160 km a sudeste de Babilônia, perto do rio Eufrates, região hoje, chamada Iraque. Conforme está escrito em Isaias 47:12 , o povo que sobreviveu ao grande dilúvio agora se voltava à idolatria e se entregava aos prazeres da carne e toda sorte de corrupção humana, comprometendo o Seu Plano de Salvação. Porém, em Abrão, homem virtuoso e de fé, vê novamente essa possibilidade de trazer à humanidade a redenção através de Seu filho amado Jesus Cristo. Em Atos 7:3, Estevão afirma que Deus apareceu a Abrão e ordenou que saísse do lugar em que vivia juntamente com sua parentela e se dirigisse a um lugar distante ainda não conhecido, mas dando-lhe a certeza que Ele lhe mostraria o caminho. No Vs 4 do mesmo capítulo, Abrão mostra-se obediente e se desloca de Ur a Harã, lá ficando até a morte e seu pai. Já com idade avançada (75 anos), em obediência ao Senhor, Abrão tomou Sarai, sua esposa que era estéril e não podia ter filhos, seu sobrinho Ló e também os seus bens adquiridos e seguiu adiante ( Gn. 12:1 e Hb 11:13) em direção à terra prometida, Canaã (nome antigo da atual Palestina). A intenção de Deus era, mais uma vez, separar a boa semente para não comprometer a colheita. Em Abrão viu a possibilidade de formar a nação escolhida (Gn. 12: 1-3). No Vs. 5 e 6, diz que, finalmente Abrão e sua família chegaram à Canaã. Atravessaram o país até chegarem em um lugar chamado Siquém, onde havia um pé de carvalho de Moré, Lá o Senhor veio a ele e lhe disse que aquelas terras lhe seriam dadas e a toda a sua descendência. Abrão, em agradecimento, construiu nesse lugar, um altar para o Senhor. Porém, as dificuldades começaram a surgir, não obstante à promessa do Senhor, passaram grandes tribulações. Houve um período em que a fome assolou aquele lugar e Abrão e seu povo tiveram que se deslocar em direção ao único lugar onde ainda havia mantimento, ao Egito. Lá chegando, receoso de que os egípcios o matasse para ficar com sua mulher que era, segundo suas próprias palavras, muito bela (Gn. 12:11), disse-lhe para mentir dizendo que ambos eram irmãos e assim lá permanecessem em segurança (Gn. 12:13). E assim sucedeu. O Faraó encantou-se com Sarai e tomou-a para si, retribuindo a Abrão em bens. Isto não agradou ao Senhor. Diz a Palavra que “Feriu o Senhor a Faraó com grande praga, e a sua casa” (Gn 12: 17). E este veio a ter com Abrão e o liberou em segurança até que saíssem daquele lugar, levando consigo todos os seus bens. Prosseguiram a viagem em direção ao sul, chegando a um lugar de nome Betel (Gn. 13:3), próximo onde havia construído o altar e ali invocou o nome do Senhor. A um certo tempo, Abrão e o sobrinho Ló se separaram. Ló seguiu em direção a campina bem regada de Sodoma, onde parecia ser o lugar mais atraente aos seus olhos (Gn. 13:10). Porém, diz a Palavra que em Sodoma habitava toda a corrupção, os homens daquele lugar eram maus aos olhos do Senhor (Gn. 13:13). Abrão se dirigiu ao lugar mais elevado, em Canaã. Quando ele estava só, longe do seu sobrinho, o Senhor veio então a ele e lhe disse que olhasse no seu entorno, onde suas vistas nem pudessem alcançar e lhe prometeu tudo aquilo por herança. (Gn. 13:14).

REFLEXÃO SOBRE O TEMA: Promessa subentende-se como compromisso.Como algo que ainda vai ser cumprido, que precisa de tempo pra se realizar. Em Hebreus 11:6 diz que “sem fé é impossível agradar a Deus”. Ora, se a fé é, segundo Hebreus 11:1 “[...] o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não vêem” , então a fé está firmada na certeza daquilo que ainda não é mas que será, porque aquele que prometeu é fiel para cumprir.(Dt. 7:9). Em I Coríntios 2; 9) diz que “As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração, são as coisas que Deus preparou para os que o amam”. Diz ainda a Palavra que aos olhos daqueles que não crêem, tudo isso parece loucura (ICo.2,14-15), porque não compreendem o sobrenatural de Deus. Quem vive na presença do Senhor é um ser espiritual e para ele todas as coisas são possíveis. Assim, disse Jesus: “[...] se creres, verás a gloria de Deus” (Jo.11:40). Portanto meus amados, busquem ao Senhor, atendam ao seu chamado não se intimidem diante das dificuldades, avancem, perseverem e recebam a vitória, amém?

CONTEXTUALIZAÇÃO DA HISTÓRIA: Essa passagem é muito rica em ensinamentos. Num primeiro momento, o Senhor chama a Abrão para seguir rumo a um caminho desconhecido ao que ele prontamente atende. Porém, ao invés de seguir as orientações do Senhor ele obedece ao seu pai e segue em outra direção. O Senhor dá outra chance a ele e diz:“, larga tudo, tua casa, teus pais, tua parentela e vai para a terra que eu te mostrarei” (Gn.12:1) Da segunda vez, Abrão não titubeou, seguiu fielmente ao Senhor. Enfrentou lutas enormes, passou pelo Vale, mas perseverou até ao final quando então, o Senhor lhe deu a vitória. A Cada conquista, Abrão, em agradecimento, edificava um altar para o Senhor e lhe rendia sacrifícios. Essa situação nos leva a refletir em quantas vezes nós queremos fazer do nosso jeito as coisas, ou ainda, damos ouvidos a outras pessoas, permitindo que haja interferências no nosso relacionamento para com o nosso Deus Soberano. Quantas vezes o Senhor nos chama para seguirmos em uma direção e nós vamos para outra? O que está nos mobilizando? Jesus nos disse em muitos momentos que para segui-lo, não podemos ficar presos a nada e nem a ninguém. O amor a Deus deve estar acima de todas as coisas. Se nós o amarmos verdadeiramente, seremos então obedientes e se assim for, nada poderá deter a nossa caminhada e um dia, estaremos na glória com Ele, amém? Abrão sempre edificava um altar para o Senhor. Isso significa em outros termos que ele O glorificava a cada momento. É importante que haja um relacionamento entre nós e Deus, onde o Senhor tenha a liberdade de falar conosco de nos direcionar pelos seus caminhos santos.Tudo o que for conquistado, não é para a nossa vaidade, mas para engrandecer o nome dEle. 
Fiquem na paz do Senhor. 
Nos encontraremos na próxima aula, onde daremos continuidade a esse assunto tão interessante. 
Até lá!

RECURSOS: Atividades xerocopiadas, Bíblia, Roteiro de pesquisa, Vídeo, Computador, música, Dinâmica de grupo.

ROTEIRO DE PESQUISA – ABRÃO – A PROMESSA DE DEUS SE CUMPRE
01) Como se chamava o lugar onde vivia Abrão e sua família? (Gn. 11, 28)
02) Como se chamava a mulher de Abrão? ( Gn. 11, 29b)
03) A mulher de Abrão era estéril, o que significa ? (Gn. 30)
04) Quando saiu de sua terra em atendimento ao chamado do Senhor, para onde foi Abrão inicialmente? (Gn. 31)
05) O Senhor não se agradou de ver Abrão desobedecê-lo da primeira vez e faz um novo apelo, que apelo foi esse? (Gn. 12,1)
06) Quando o Senhor chamou Abrão, disse para onde ele deveria ir? O que Ele disse? Gn. 121b)
07) Qual a promessa que o Senhor faz a Abrão? ( Gn.12:2-3)
08) Quantos anos tinha Abrão quando saiu de Harã para seguir ao Senhor?(Gn. 12:4)
09) Quem seguiu na caravana com Abrão rumo à terra prometida? (Gn.12:5)
10) Onde foi o lugar onde o Senhor apareceu a Abrão, reafirmando a sua promessa? (Gn. 12: 6)
11) Abrão seguiu uma longa peregrinação, enfrentou muitas aflições, a fome era grande naquela terra, isso o levou a procurar mantimento em outro lugar. Que lugar era esse? (Gn. 12:10)
12) Como sua esposa era muito bonita, temeu Abrão que os egípcios o matasse para ficarem com ela, então pediu a ela que dissesse que era sua irmã. Porém, o Faraó a quis como sua mulher e Deus não se agradou disso. O que fez o Senhor então? Gn. 1:17)
13) O que fez o Faraó quando descobriu o que havia acontecido? (Gn. 12:19-20)
14) Abrão e Ló seguiram adiante até chegarem a um lugar onde se separaram.. Abrão que confiava no Senhor, não fez nenhuma escolha, mas Ló, se antecipou e decidiu ficar com o pedaço de terra que mais lhe parecia agradável aos olhos, que lugar era esse?
15) Abrão ficou só e então o Senhor disse a ele que olhasse adiante e lhe entregou o que havia prometido. O que era? (Gn. 13:14-15)
16) Qual foi a reação de Abrão mediante ao presente do Senhor? (Gn. 13:18)
17) O que, significa erguer um altar para o Senhor?



Obrigado Senhor!



sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

A Torre de Babel - O Orgulho: Causa da Queda da Humanidade

Curso Bíblico Infantil "Palavra de Deus"
Estudo da Bíblia Sagrada
Querido, 

Que bom que você tem buscado na Palavra do Senhor o alimento para a sua alma. Como disse Jesus: “[...] nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus” (Mt. 4:4). Quanto mais conhecimento, mais fortalecimento espiritual, mais fé, conforme está escrito “[...] a fé vem pela pregação e a pregação vem do evangelho de Jesus Cristo (Rm. 10:17). Diz ainda o Senhor Jesus, “se alguém me ama, guardará a minha Palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada (João 14:23). Portanto queridos, busque na Palavra do Senhor o roteiro seguro para Ele. Não se desvie de seus caminhos, permaneça firme porque Ele é fiel (Nm. 23:19), fiel para cumprir em sua vida os seus propósitos.
Sejamos sábios, alimentemo-nos todos os dias da Palavra do Senhor.                                                                                                 Profª Sônia

A soberba precede a ruína e a altivez do espírito precede a queda” (Pv. 16:18).
  
Reflexão sobre o Tema
Mais uma vez os planos de Deus para com a humanidade se frustraram. O ser humano teve, na descendência de Noé, a oportunidade de ser um povo feliz, se vivessem na obediência. Porém, escolheram o caminho da vaidade e da soberba.  Essa escolha acarretou graves conseqüências. Agora falando línguas diferentes, distantes uns dos outros, seria mais difícil o agir de Deus. Seria preciso uma longa trajetória para que houvesse uma unificação do povo escolhido para acolherem aquele que viria, verdadeiramente, trazer a salvação para todos nós, Jesus Cristo.


PLANO DE AULA  
Tema: Torre de Babel – O Orgulho: Causa de Queda da Humanidade
Versículos Bíblicos:  Gênesis 11:1-9; Pv.  16:18; 29:23; Mt. 23:12; Is. 11:19.
Versículo para Decorar:A soberba precede a ruína e a altivez do espírito precede a queda” (Pv. 16:18).
Objetivos: Que as crianças compreendam: que o orgulho é um sentimento de vaidade humana que nos distancia de Deus porque evidencia o nosso “eu”;  Que devemos elevar o nosso pensamento para adora-Lo e glorificá-Lo.; Todas as coisas devem ser por Ele e para Ele.  

Procedimentos
Reunir em círculo ou semi-círculo, iniciar a aula com uma dinâmica onde em duplas, deverão erguer uma torre, cada um com objetos diferentes, como palitos de picolé, caixas de diferentes tamanhos ou outros objetos disponíveis. Deixá-los envolvido com suas construções até que as mesmas desmoronem. O tempo disponível para essa atividade deve ser no máximo de 05 (cinco) minutos. Em seguida, questionar sobre o que sentiram enquanto erguiam a torre e quando ela caiu. Verificar quais os sentimentos envolvidos na situação. Não tecer nenhum comentário a respeito, deixando-os para o final, quando finalizar o tema. Utilizar, também o dicionário para a localização do significado de palavras como  orgulho, vaidade e soberba .

Contação da História
Narrar a história conforme consta na bíblia, adequando a linguagem ao nível de entendimento do grupo. Suscitar questionamentos no decorrer da narrativa a fim de envolvê-los.

Introdução:
Conforme está escrito em Gênesis 11:1-9, Noé e seus familiares haviam se instalado em lugar seguro, conforme havia ordenado o Senhor, cresceram e se multiplicaram. Construíram uma cidade chamada Babilônia (Báb-ilim, ou Bâbili, em babilônico que significa “Porta de Deus”) . Todos falavam a mesma língua. No decorrer de 120 (cento e vinte) anos pós-dilúvio, muitas mudanças ocorreram. Motivados pelo orgulho, se reuniram, para construir uma gigantesca torre cujo propósito era eternizar os seus nomes. Aquela construção gigantesca representava a ostentação, o poder e a vaidade.  Queriam alcançar o céu, não para estarem mais próximos de Deus, mas para competir com Ele, mostrando que poderiam também fazer coisas grandes, queriam alcançar o céu por si mesmos. Deus não se agradou do que viu (Mt. 23:12), destruiu a torre (Is. 11:19), para que não mais se reunissem para maquinar o que não era bom aos seus olhos, confundiu suas línguas e cada um passou a falar um idioma diferente, não mais havendo entendimento entre eles. Assim, foi a origem do nome dato aquela torre “Babel”, que em hebraico significa confusão. Por não se entenderem mais se espalharam por vários pontos da terra, sendo este o início de várias culturas diferentes espalhada pelo mundo.

Contextualizando a História
Trazendo essa história  para o contexto atual, podemos perceber que ainda há muitas Torres de Babel à nossa volta. Muitas das vezes, até mesmo nós nos envolvemos, direta ou indiretamente na construção desses suntuosos monumentos de adoração, não a Deus, mas à nossa pura vaidade, ao nosso “eu”. Quantos livramentos temos tido pela misericórdia do Senhor, quantas vezes Ele tem estendido Suas mãos sobre nossas vidas para nos abençoar, nos oportunizando sempre um recomeço e mesmo assim, continuamos a agir de forma contrária aos seus ensinamentos.  Esse é o  fruto do pecado que ainda precisa ser extirpado dos nossos corações. Se assim não o fizermos, continuaremos nos individualizando, cada um vivendo no seu mundinho particular, cada um falando uma linguagem diferente, até mesmo dentro de uma mesma família. O  Senhor quer mudar essa longa história para que ela tenha um final feliz. Você quer fazer parte dessa história? É fácil, faça você a diferença ai mesmo no lugar onde você está, junto às pessoas com quem você convive. Fale de Jesus, do jeito que você o conhece. Dê o seu testemunho de que Ele mudou a sua vida. Mas lembre-se, muito mais importante do que falar é agir de conformidade com o que se fala. Um bom exemplo  é muito mais eficaz do que mil palavras esvaziadas de significado.  Amém!

Recursos
Bíblia, vídeo de animação temática, computador, música, roteiro de pesquisa (xerox), dicionário, desenhos para pintar.

Roteiro de Pesquisa – A Torre de Babel

1)   Consulte a Bíblia em Gn. 11:1 e responda: Havia diferentes idiomas entre os povos?
2)   Como se chamava o local onde os descendentes de Noé se instalaram no pós-dilúvio?
3)   Posteriormente esse local ficou conhecido como?
4)  Qual foi a motivação desse povo na construção da torre que pretendia alcançar o céu?    (Gn. 11:4)
5)  No Vs. 3, há evidência de que falavam por si mesmos e não em obediência a Deus. Que fala é essa?
6)  O Senhor não se agradou em ver a construção da torre porque conhecia os seus corações. O que ele fez em repreensão a essa ação? (Gn 11:7-8)
7)  Qual foi a segunda medida tomada por Deus? (Gn. 11:8)
8)   Qual foi o nome dado à torre construída e qual o significado desse nome? (Vs.9)
9)  A dispersão dos povos deu origem a ...?