sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Juízes - Período Teocrático

Juízes – Período Teocrático - (Juízes 1 a 16)

“Como um pai se compadece de um filho, assim o Senhor se compadece daqueles que o temem" ( Sl.103:13)

Reflexão sobre o Tema
Pouco a pouco a geração de Josué foi morrendo. Os filhos e netos do povo de Israel foram tomando o seu lugar. A falta de uma liderança centralizadora, fez com que o povo se dispersasse e cada um passou a fazer aquilo que bem entendia. Essa nova  geração conhecia Deus apenas porque ouviam seus pais falarem, não tiveram uma experiência real com Ele e por conta disso não estavam firmes na fé. Aos poucos foram se distanciando dos Mandamentos de Deus e das Leis, quebrando o concerto que no passado haviam feito. As relações mistas favoreceram a rápida disseminação e absorção da cultura pagã e de práticas imorais entre o povo de Deus. Essa era uma estratégia para fazer com que o povo se afastasse de Deus e se tornasse vulneráveis e fossem escravizados.

Quando isso acontecia, o povo se arrependia e clamava por socorro. Deus, ouvindo-os, se compadecia e levantava um juiz para libertá-los. Ao longo de, aproximadamente, 350 anos, cerca de catorze juízes foram recrutados para exercer a liderança do povo exercendo não somente a condição de chefes militares, mas também de mediadores de conflitos internos. Esses juízes eram escolhidos diretamente por Deus, em meio ao povo. Não eram pessoas dotadas de qualidades extraordinárias, mas ao contrário, eram na sua maioria, pessoas comuns as quais Deus dotou de poder extraordinário para o exercício de seus mandatos. Deus os conduzia em todas as situações e foram homens vitoriosos que se tornaram muito respeitados. Mas, depois de Samuel, o povo começou a desejar ter um rei e então começou uma nova etapa com  o reinado de Saul.

A partir da leitura desse texto, irmãos,  nós podemos tirar vários ensinamentos. O primeiro nos remete a compreensão de que o distanciamento de Deus nos leva a uma condição de escravidão, favorecendo as estratégias do inimigo para nos enfraquecer e derrotar. A falta de conhecimento é um dos fatores que facilitam a queda, mas não apenas isso. Ser filho de crente não nos torna crentes. É preciso que tenhamos um relacionamento com Deus. Esse relacionamento implica em conhecer seus mandamentos e colocá-los em prática e passa pela fé e obediência.


O segundo ensinamento é sobre a fidelidade de Deus, que apesar de todas as imperfeições humanas, está sempre de braços abertos para ajudar, para levantar e ensinar a caminhar. O terceiro ponto, diz respeito a união entre os crentes e não crentes. O resultado dessa união pode ser catastrófico porque o ímpio não tem compromisso com Deus e suas escolhas e ações seguem as orientações do mundo. Ora, se o crente é um povo separado, é porque as coisas do mundo não podem dominar seu coração e nesse sentido, é contraditória essa relação porque abre precedentes para a contaminação. Deus quer exclusividade em nossos corações. É preciso tomar posição e optar em ser ou não ser cristão.

Imagens Especiais




Muito obrigado Senhor meu Deus!


PLANO DE AULA

Data: 11/08/2012
Tema: Juízes – Período Teocrático
Texto Base: Juízes 1 a 16

Versículo para memorizar: “Como um pai se compadece de um filho, assim o Senhor se compadece daqueles que o temem “( Sl.103:13).

Objetivos:

Demonstrar que Deus é misericordioso e está sempre atento ao clamor daqueles que o buscam com sinceridade no coração e disposto a perdoar e conceder uma nova oportunidade de recomeçar.

Introdução:

Esse período foi instituído com a finalidade de libertar o povo de Israel da opressão de povos inimigos. Durou cerca de 330 anos, tendo início após a morte de Josué e finalizando com a morte do profeta Samuel. Muitos foram os juízes, cada um com sua peculiaridade, porém todos guiados pelas mãos de Deus. Exerciam simultaneamente a função de chefe militar e mediador nos conflitos internos junto ao povo. 

Procedimentos

Contação de História: Usar como suporte slides (powerpoint), para facilitar o acompanhamento da narrativa e facilitar a compreensão do tema. Finalizar com o roteiro de pesquisa e a  Bíblia, situando as passagens referentes ao assunto tratado.   

Período de Apostasia[1]

Antes de morrer,  Josué (Js. 24:29) reuniu-se com o seu povo para enfatizar a necessidade do povo de Israel se manter firme na presença do Senhor, incitando-os a refazer a aliança. Porém, tão logo o povo se viu sem liderança, se dispersou, seguindo cada um seus próprios interesses (Jz. 21:25), esquecendo-se dos mandamentos  de Deus (Jz. 2:12-15; 17:6; 21:25). Trata-se de um período marcado pela rebeldia, incredulidade e idolatria, mas também, pela misericórdia de Deus.  

A  Disseminação Velada da Abominação Pagã entre o Povo de Deus

Josué, conforme ordens do Senhor, ao dividir as terras entre as doze tribos de Israel, enfatiza o perigo da convivência com aquele povo idólatra, determinando o extermínio completo de todos os inimigos (Jz.1:19-36; Ex.23:32). Porém, o povo crendo erroneamente poder subjugar seus habitantes poupou-os,  tornando-os escravos. Essa convivência aparentemente inofensiva trouxe conseqüências catastróficas a longo prazo. Sutilmente o povo inimigo foi seduzindo os israelitas com suas práticas imorais, atraindo-os e levando-os a servirem a deuses estranhos (Jz.2:10-13).  

Casamento Misto

Em decorrência da convivência com os cananeus, o povo de Israel, contrariando a proibição explícita no A.T (Dt.7.1-14; Nm. 36:6; NE. 13:23-29) relativa ao casamento misto, deram início a essa prática, tanto se envolvendo com as mulheres cananéias quanto permitindo que suas filhas se relacionassem com seus filhos (Jz.3:5-6). A intenção daquele povo era estratégica porque, atraindo-os dessa forma seria fácil introduzir as suas crenças pagãs, aliadas à prática da prostituição e a idolatria. A abominação é algo que não agrada a Deus, portanto, estariam desprovidos de sua presença o que facilitaria a subjugação e opressão.

Ciclo da Desobediência

A rebeldia levava o povo à desobediência e ao afastamento de Deus. Em conseqüência, Deus permitia a opressão pelas nações inimigas (Jz. 2:14-15).  O sofrimento os levava a se arrepender e a clamar a Deus que, ouvindo-os, tinha misericórdia (Jz. 3:9) e levantava um juiz para libertá-los. O povo agradecido passava um tempo em obediência, mas depois retomava às mesmas práticas dando início a um ciclo que durou cerca de 330 anos. Ao todo, consta no livro de Juízes treze Juízes. Samuel, embora tenha sido o último juiz, não é citado nesse livro. E Abimeleque, filho de Gideão, embora tenha sido juiz e rei não é considerado como tal, porque usurpou essa posição, não foi escolhido por Deus (Jz.9:1-6).   

Período dos Juízes

Os juízes, eram pessoas comuns, escolhidos diretamente por Deus (Jz. 2:16). Cada um tinha uma peculiaridade específica, uma condição desfavorável na sociedade, porém, foram pessoas corajosas que mantiveram a unidade em meio a tantas turbulências num período em que não havia um governo centralizado, mas onde Deus, através dos juízes agia poderosamente em favor do seu povo.

Os Doze  Juízes

Ao todo, somam-se treze juizes (Jz.3:7-16,31), divididos em dois grupos de seis, discriminados como maiores e menores. Os seis maiores, assim  denominados,   incluem: Otniel (Jz.3:7-11),  Eúde (Jz.3:12-30), Débora e Baraque (Jz.4:1-5,32), Gideão (Jz.6:11-8,35), Jefté (Jz.11:1-40) e Sansão (Jz.13:1-16,31); os seis menores, contendo narrativas breves, incluem: Sangar (Jz.3:31), Tola (Jz.10:1-2), Jair (Jz.10:3-5), Ibsã (Jz.12:8-10), Elom (Jz.12:11-12) e Abdom (Jz.12:13-15).

Características Peculiares dos Escolhidos de Deus

As escolhas de Deus não seguem os padrões humanos e sempre são surpreendentes. No caso das escolhas dos juízes não foi diferente. Há que se registrar alguns aspectos relacionados a alguns desses personagens bíblicos que contrariam os padrões convencionais. O primeiro juiz, Otniel era filho caçula. Naquela época os direitos da primogenitura eram muito respeitados. Eúde, por sua vez era canhoto. Essa peculiaridade era tida, na época como deficiência física. Débora era mulher. Pelos padrões, a mulher era um ser marginalizado. Porém, Débora era profetiza e Deus era com ela. Gideão, além de ser caçula de um clã pobre, era muito inseguro, desconfiado e medroso. Era um homem desconfiado e inseguro.  Jefté era filho de uma prostituta e Sansão, embora fosse, fisicamente, forte, era um homem emocionalmente fraco e por isso foi abatido por Dalila, uma filistéia. Deus os escolheu assim, criaturas frágeis e, simplesmente humanas, e as transformou em grandes heróis, não por seus méritos, mas porque eram dotadas do poder de Deus.  

Conclusão
Deus disse a Josué para meditar na Palavra e não se desviar de seus ensinamentos para que soubesse se conduzir em todas as situações (Js. 1:6b). Porém o povo se desviou desses propósitos e foram perdendo a comunhão com o Senhor. O resultado foi catastrófico porque o inimigo, se aproveitando das  fragilidades humanas se fortaleceu e se impôs sobe o povo escolhido oprimindo-os a tal ponto que tiveram que reconhecer a dependência de Deus e sentiram o desejo de voltar para os seus braços. Na sua dor clamavam e Deus os socorria. Porém, a imaturidade espiritual não permitia que permanecessem firmes por muito tempo e novamente caiam. Esse é o período da meninice espiritual, da falta de compromisso que gera a desobediência e promove a rebeldia. O erro ensina muitas coisas.

 Mas sábio é o que não precisa passar pela prova para aprender. Que possamos queridos aprender mais uma lição a partir desse episódio. Em Oséias 4:6 Deus desabafa dizendo que seu povo pereceu por falta de conhecimento. Vamos  meditar mais na Palavra, permitindo que ela seja o instrumento de Deus para restaurar as nossas vidas. Amém, queridos!

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

As Doze Tribos de Israel

A Posse da Herança Prometida (Js.13-24)
"Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a Palavra da Verdade". (2Tm.2:15)



Reflexão do Tema 
Diante da imensa responsabilidade que lhe fora confiada após a morte de Moisés, Josué ficou inseguro. Mas Deus o confortou dizendo apenas para que se esforçasse e tivesse bom ânimo porque estaria com ele e não o abandonaria (Js. 1:5). E assim foi. Deus manifestou-se prodigiosamente com Josué, assim como o fora com Moisés.

Sua historia é, sem dúvidas, uma das mais lindas das Escrituras Sagradas. Pode-se afirmar com toda a certeza que foi um homem vitorioso. E qual seria o segredo de seu sucesso? Analisando sua história podemos concluir que existem pelo menos quatro condições para se obter vitórias enquanto povo de Deus. Primeiro, o temor a Deus, segundo, a perseverança na fé e na obediência, terceiro, manter fidelidade e compromisso e quarto, assumir o compromisso com a Sua Palavra, buscando, não apenas conhecer, mas colocar em prática os seus mandamentos.

Após a tomada de Jericó, Josué continuou conquistando novas terras. Até que, já em idade avançada e não havendo ainda tomado posse de toda a Canaã,  Deus lhe disse para dividir as terras entre o povo (Js.13 ao 22). Após a divisão das terras, já finda a sua missão em reunião com o seu povo e fez dois discursos emocionantes de despedida (Js.23 e 24).

O seu primeiro discurso teve como propósito trazer à lembrança os feitos do Senhor, trazendo à memória, desde a promessa de Deus feita a Abraão, o resgate no cativeiro, os milagres no deserto até a posse de Canaã, conclamando o povo a tomar posição e assumir o compromisso com Deus. Sua fala traduzia preocupação, porque conhecia a disposição espiritual daquele povo, mas também, demonstrava a emoção de quem estava se despedindo. Finaliza exortando-os à obediência, à fidelidade e observância da Lei.

O segundo discurso discorre, mais uma vez, sobre a fidelidade de Deus (Js. 24:1-13) e a necessidade de reafirmar uma nova aliança com o Senhor, pois o povo havia se desviado de seus caminhos, deixando-se contaminar com as crenças pagãs das nações inimigas. Finaliza com exortação    quanto às conseqüências da rebeldia e a idolatria. Conclui sua fala com o compromisso manifesto do povo em fazer esse novo concerto. Todo esse discurso fica registrado no  Livro da Lei, debaixo de um carvalho em um lugar santo (Js. 24:27-28).

A mensagem contida nesse texto traduz para nós, um grande ensinamento. Quando Deus entrega a alguém uma missão, Ele vai à frente. É Ele quem conduz, quem capacita, quem defende e quem dá a vitória. Josué perseverou na fé e permaneceu na obediência e por isso recebeu o seu galardão. Deus tem promessa na minha e na sua vida, mas é necessário manter a aliança com Ele, renunciando a tudo o que pode nos contaminar, nos tirando de sua presença. Amém queridos! 


IMAGENS ESPECIAIS





 Obrigado Senhor!

PLANO DE AULA
Data: 27/07/2012
Tema: As Doze Tribos de Israel – A Posse da Herança Prometida
Texto-base: Js.13 a 24

Versículo para decorar: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a Palavra da Verdade “ (2Tm.2:15).

Objetivos

Demonstrar a fidelidade de Deus para com o seu povo através do cumprimento de sua promessa dando a possessão de Canaã à descendência de Abraão; Compreender que não se pode servir a dois senhores, Deus quer exclusividade em nossas vidas; Perceber a importância de conhecer e observar a Lei do Senhor, colocando em prática todos os seus mandamentos.

Introdução

Conforme a aliança de Deus com Abraão, a terra de Canaã foi entregue a seus descendentes (Js.13:7). A divisão da terra em doze tribos se deu porque além dos filhos de Jacó, entrou na partilha os dois filhos de José, Efraim e Manassés, que foram abençoados por Jacó (Gn. 48:11-20) e receberam a herança no lugar de seu pai (Js.14:3). A tribo de Levi não recebeu, uma terra específica, sendo pois, distribuídos em várias localidades no exercício do sacerdócio, sendo esta, considerada a melhor parte da herança (Js.13:33; 21). A divisão das terras foi feita inicialmente por Moisés e foi concluída com Josué (Js,13:15-33).

Procedimentos

Apresentar o organograma da descendência de Jacó, inicialmente, narrando a história, a partir do esboço, complementando com mapas o vídeo do Pr. Antônio Fonseca do Instituto Cristão de Pesquisa (ICT), aula virtual nº 25 -  www.youtube.com/watch?v=GSwJeVR83B8.

Contação da História

Os Filhos de Jacó

Jacó teve duas esposas, Lia e Raquel.  Ambas tinham escravas, Zilpa e Bila, com as quais Jacó  mantinha relacionamento. Além dos filhos com as duas esposas legítimas, Jacó teve filhos também com as duas concumbinas.  Eram os filhos de Jacó com Lia, Rúben, Simeão, Levi, Judá, Issacar, Zebulom e Diná. Com Zilpa, teve Gade e Aser. Com Raquel, teve José e Benjamim. Com Bila, teve Dã e Naftali (Js.15 - 21).

1)    Tribo de Levi (Js. 13:33): A esses não coube uma área específica, sua grande herança era  o  cuidar do Tabernáculo como sacerdotes. Eram responsáveis pelo zelo e cumprimento dos mandamentos da Lei de Deus. Foram distribuídos em vários lugares estratégicos entre as tribos.

2)    As tribos de Ruben e Gade,  incluindo a metade da tribo de Manassés, já haviam recebido de Moisés seu território ao oriente do rio  Jordão (Nm.32).   

3)    As tribos de Judá, Efraim e a outra metade da tribo de Manassés, receberam a  parte que lhes havia sido  dada por herança por Jacó, 450 anos antes (Gn.48:22; Js.15 a 17).

4)    As demais tribos receberam sua herança por meio de sorteio conforme consta no Capítulo 18.

Calebe, fiel escudeiro que sempre esteve ao lado de Josué, pela sua lealdade e perseverança em seguir a Deus (Js.14:14), recebeu  conforme sua solicitação o Monte Hebron, terra dos gigantes enaquins.   

Mensagem Final de Josué ao Povo

Já finda a sua missão, Josué reúne-se com o seu povo e os exorta a observação à Lei (Js.23:2-3). Relembra os feitos de Deus para que chegassem a possessão de sua herança e os  conclama a manter firme a aliança com o Senhor para que os povos inimigos não viessem a prevalecer sobre eles. Lembrou-lhes que deveriam reafirmar o compromisso de fidelidade (Js.24:14-15) para com Deus, assim como o fizera os seus antepassados, alertando-os das consequências que poderiam advir da desobediência (Js. 24:20).

Não se Pode Servir a Dois Senhores

Moisés conhecia bem as condições espirituais daquele povo e, temendo que se desviassem dos propósitos de Deus, foi enfático em seu discurso tratando de esclarecer que com Deus não se brinca. Lembrou-lhes de tudo quanto Deus havia feito por eles (Js.23:9), ressaltando todos os milagres e os livramento diante dos adversários por causa de seu grandioso amor e zelo para com o seu povo (Js. 24:1-13). Fez um forte apelo para que houvesse uma decisão firme, no sentido de suas escolhas. Alertando-os de que não poderiam jamais servir a dois senhores (23:15-16), portando, teriam que tomar naquele momento uma decisão e fazer um novo concerto com Deus, abandonando toda e qualquer idolatria, inclinando-se somente diante do Senhor Deus de Israel  (Js.24:23).

Um Duplo Compromisso

Josué finaliza o seu discurso fazendo um apelo para que houvesse um novo concerto de fidelidade entre o povo de Israel para com Deus (Js. 24:25). Essa aliança implicava, logicamente, no temor a Deus, fé e obediência, lealdade, renúncia ao pecado e à idolatria. Assim procedendo, Deus estaria sempre com eles, como o fora com Moisés e ele próprio, cujo testemunho ainda era muito forte porque eles assim o presenciaram.
   
Conclusão

Josué, escolhido do Senhor para liderar o povo de Israel após a morte de Moisés, concluiu com êxito sua missão porque sempre esteve atento a voz de Deus que o conduziu passo à passo. Lutou e venceu todas as batalhas porque Deus era com ele e finalizou sua missão entregando a possessão daquelas terras às doze tribos de Israel conforme era determinação do Senhor. Ao findar seus dias, conclamou o povo a fazer um novo concerto com o Senhor, reafirmando o compromisso de fidelidade e obediência, renunciando a toda idolatria que estava sendo disseminada entre eles pelas nações inimigas, fazendo-os submeter-se unicamente ao Deus de Israel. Assim procedendo, Deus continuaria fiel, permanecendo  junto deles.

Sonia Oliveira


Veja aqui alguns dos Estudos disponíveis no Arquivo do blog:
  1. Samuel - Resposta ao chamado de Deus
  2. Juizes - Período Teocrático 
  3. Sansão - Exemplo de Imaturidade 
  4. Gideão - Um Homem Revestido de Poder 
  5. Abimeleque - Ambição Sem Limites 
  6. José do Egito 
  7. Josué e Calebe - Enfrentando o Gigante do Medo 
  8. Josué - A Derrota de Ai 
  9. Palavra de Deus - Uma Mensagem Transformadora 
  10. Evangelizar é Preciso! 
  11. A Vontade Soberana de Deus 
  12. O Espírito Santo a Terceira Pessoa da Trindade 
  13. Páscoa Cristã 
  14. Dons Espirituais 
  15. Missões com Excelência - A boa semente