terça-feira, 31 de julho de 2012

Josué - A derrota de Ai

  Sem Deus não há Vitória (Josué 7;8;9 e 10)

“Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, 
    vo-lo tenho dado por herança” (Js.1:3)




          Reflexão sobre o Tema
Este estudo relata o episódio de Ai e a atuação fraudulenta dos gibeonitas. No primeiro caso, trata-se de uma questão de desobediência a Deus que resultou no triste episódio da derrota em Ai, com muitas perdas para Israel. No segundo caso, trata-se de um grave erro cometido por Josué, que se deixou levar pelas aparências e, sem consultar Deus, é levado a fazer uma aliança com um povo inimigo, os gibeonitas.  Acã pensou que podia enganar Deus e ocultou de seus olhos o fruto do seu pecado. Mas, os olhos de Deus o seguiam e a derrota de Ai serviu para mostrar que Deus não é com aqueles que andam em pecado. Paulo nas cartas aos efésios nos adverte a nos precavermos contra as astutas ciladas do inimigo (Ef.6:11-18). A invigilância de Acã retardou as bênçãos do Senhor e comprometeu muitas vidas.  

Os gibeonitas sabedores de que o exército de Israel era forte e imbatível, forjou uma aliança fraudulenta com Josué que mais tarde foi descoberta. Como retaliação, Josué os manteve cativos. Deus somente permitiu essa situação porque mais tarde esse povo seria usado como aliado para acrescentar mais vitórias a Israel e expandir mais rapidamente as conquistas em Canaã. Porém, a escravidão, não era algo que agradava a Deus e essa situação, a longo prazo abriu precedentes para que outros povos derrotados fossem também escravizados (Jz. 1:28). Israel acreditava que sem o exército os cananeus não ofereceriam mais perigo. Não consideravam que, o grande perigo estava na condição espiritual daquele povo que tinha costumes e crenças que mais tarde, acabou contaminando o povo de Deus, trazendo sérios problemas, difíceis de resolver.

Nesse caso específico o grande erro de Israel foi não considerar que o inimigo tem estratégia de ataque que nem sempre é visível. Que pode confundir até o povo santo de Deus. Ele sabe que a melhor estratégia é nos enganar e nos seduzir, nos levando a fazer conforme suas sugestões e pecar contra Deus e assim, dar legalidade para a sua ação maléfica em nosso meio. Assim, foi com os cananeus que foram poupados. Estavam como escravos no meio do povo de Deus e, aparentemente inofensivos. Porém, a sua má conduta e suas crenças pagãs foram se disseminando e contaminando de forma sutil o povo separado de Deus. Como advertência esses dois episódios nos ensinam que devemos ter um olhar muito atento em relação às nossas fraquezas e não nos deixarmos seduzir pela aparente inocência de uma situação, mas antes, apresentá-la a Deus que é o único que conhece, verdadeiramente, os nossos corações e sabe avaliar as reais intenções que nos movimentam.


Imagens da Aula


 Obrigado SENHOR.


PLANO DE AULA

Data: 14/07:2012
Tema:  A Derrota de Ai  – Sem Deus não há Vitória
Texto-base: Josué 7;8;9 e 10

Versículo para decorar:  “Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado por herança” (Js.1:3)

Objetivos  Levar as crianças a compreender que devemos nos prostrar diante da vontade de Deus em todas as coisas, porque sem Ele nada somos e nada podemos. Deus é fiel, mas a sua fidelidade exige obediência. Se seguirmos os seus mandamentos e o praticarmos, seremos em tudo, bem sucedidos.

Introdução

Este estudo relata as primeiras atividades em Canaã. Mostra, no caso de Ai, que para Deus, não há nada oculto e que Ele não se agrada da desobediência. Ensina-nos, como no caso dos gibeonitas, que em tudo devemos nos prostrar diante de Deus, porque os nossos olhos podem nos enganar, mas Deus sabe o que há no coração do homem, e por isso, quando nos submetemos a sua vontade certamente seremos vitoriosos.

Procedimentos

Contação da história:  Organizar o grupo em círculo. Fazer a oração inicial e introduzir o tema do dia, fazendo uma breve retrospectiva da última aula, a fim de situar os que não estavam presentes e oportunizar os demais a se posicionar e oralizar o que aprenderam. Utilizar recursos visuais através de vídeo, pintura para os pequeninos e ao final, entoar hinos de louvor e adoração. A história será sequenciada seguindo os passos do planejamento exposto.

Um exército imbatível

A tomada de Jericó foi, para os Israelitas, o ponto mais forte de sua fé. Trata-se do cumprimento de uma promessa que parecia impossível. Nesse momento consolida-se uma nova aliança baseada na confiança em Deus. Josué tornou-se um homem vitorioso em todas as batalhas. Seu exército era forte e temido. Porém, houve um episódio em que ele fracassou, a conhecida Derrota de Ai. Quais seriam os motivos? É o que vamos ver nesse estudo.

Deus ordena ao povo a não tomar nada para si em Jericó

Josué era um homem obediente a Deus. Por isso, ele era bem sucedido nas batalhas. Na tomada de Jericó, Deus havia orientado o povo que não se apropriasse de nenhum bem porque a cidade era maldita (hebraico: cherem), antes porém, que todos os tesouros fossem para Ele (Js.6:17-19).

A desobediência de Acã

Acã, vendo uma bela capa da Babilônia, duzentos ciclos de prata e uma barra de ouro de cinqüenta ciclos, tomou-os para si, crendo que não seria descoberto, escondendo-os debaixo de sua tenda (Js. 7:21). Ninguém tinha visto a sua atitude, apenas Deus, que não se agradou disso e acendeu a sua ira sobre ele (Js. 7:26).

O Ataque a uma cidade chamada Ai

Após a tomada de Jericó, Josué começou a planejar outros ataques. Enviou como de costumes alguns espias a cidade de Ai, para ver como era (Js.7:2) e como deveria se preparar para o ataque. Segundo o relato, a cidade era bem menor que Jericó e certamente, acreditou-se, não haveria muita resistência. Assim, Josué, ao invés de enviar o exército inteiro para o combate, enviou apenas alguns milhares deles (JS.7:3), e Acã estava entre eles. E para sua surpresa foram derrotados de forma humilhante. Sendo muitos, feridos pelos homens de Ai. (Js.7:5).

Josué questiona Deus sobre a derrota em Ai

Josué sem entender o porquê da derrota questiona Deus (Js.7:6-7) que revela a sua indignação sobre algo que estava ainda oculto no meio do povo de Israel (Js.7:11). Então, sob pressão, o verdadeiro culpado se confessa desvenda o seu pecado contra Deus (Js. 7:13-22) e é punido pelo povo por conta da sua atitude. Tornou-se então conhecida a causa da derrota de Ai, que nada mais fora senão, devido a desobediência de Acã. Por conta disso, ele e a sua família foram apedrejados até a morte e todos os seus pertences foram queimados (Js.7:26).

Novo ataque, novas estratégias

Após a situação exposta, Josué ouve atentamente a voz do Senhor e sob a sua orientação organiza um novo ataque a Ai e desta vez, é vitorioso. A cidade foi incendiada e todos os habitantes foram mortos (Js. 8:1-29).

Uma aliança fraudulenta

A notícia relativa à vitoria em Ai e a tomada de Jericó espalharam-se, rapidamente por toda Canaã e o exército de Josué tornou-se temido e respeitado por todos. Havia um povo chamado Gibeonitas que eram vizinhos de Jericó e, ouvindo tudo o que se dizia a respeito do povo de Israel, usou de astúcia e elaborou um plano para forjar uma aliança com Josué que sem consultar o Senhor, os ouviu e aceitou o acordo (Js. 9:3-15). Depois de ter firmado sua palavra, eis que a mentira foi descoberta, mas mesmo assim, Josué honrou sua palavra empenhada porque havia jurado em nome do Deus Altíssimo que não os feriria, mas estes se tornaram cativos, prestando serviços ao povo de Israel (Js. 9:15-21).

Vitória sobre os cinco reis

Espalha-se rapidamente a notícia de que os  gibeonitas e o povo de Israel haviam feito uma aliança. Revoltados, cinco reis cananeus se uniram para atacar a cidade de Gibeão, porque esta era bem maior que Ai, e por meio desta aliança poderiam oferecer um grande perigo a eles. Porém, sabendo de suas intenções e devido a aliança feita anteriormente, Josué organiza o seu exército e vai em auxílio a esse povo e sai vitorioso. Aprouve a Deus poupar a vida dos gibeonitas justamente porque por meio desta aliança foi possível uma derrota esmagadora  e simultânea sobre os cinco reis. Com essa vitória, toda a parte meridional  de Canaã foi conquistada como conseqüência desse tratado fraudulento (Js. 10:1-8). Nesse caso, essa situação, embora enganosa, foi favorável a Israel, assim, podemos refletir na passagem em Romanos que diz “todas as coisas contribuem para o bem daqueles que confiam no Senhor”(Rm. 8:28).

O Sol e a Lua são detidos

Deus estava com Josué  (Js. 10:8) e para garantir-lhe a vitória fez o sol e a Lua se deterem por quase um dia inteiro para que os inimigos não tivessem a menor chance de escapar (Js. 10:12-15). Mais uma vez, nesse episódio, Deus opera no sobrenatural para que todos soubessem que Ele estava com o povo de Israel e que tudo concorria para que a sua promessa fosse cumprida e que a posse daquelas terras lhes fosse dada por herança.  A partir desse episódio, tem início a uma sequência de batalhas que começa no sul, passando pelo norte  até a conquista das terras conquistadas na Transjordânia, antes da morte de Moisés.


Conclusão

Esse episódio nos ensina que a desobediência a Deus acarreta prejuízo ao nosso espírito e nos leva a morte espiritual e a um afastamento de Deus. Por mais que sejamos tentados diante das circunstâncias, assim como Acã sentiu-se atraído por aqueles pertences que não convinha que se apropriasse, assim também, devemos ter clareza quanto ao que nos convém. Deus sabe de todas as coisas, não adianta ocultar de seus olhos o mal feito. Acã escondeu debaixo de sua tenda o material roubado, esquecendo-se que toda ação gera uma reação e que, cedo ou tarde sua atitude traria consequências. Nesse caso específico grande parte do exército de Israel foi ferido pelo erro de um único homem.

Embora Acã tenha confessado após o ocorrido e descrito os pormenores que o levou a cometer o erro, nada disso o isentou das conseqüências do seu feito. Ou seja, não importa as razões que nos levam a cometer atos reprováveis, as conseqüências são inevitáveis, não obstante ao perdão recebido pela graça e misericórdia de Deus. O agir movido por interesses pequenos reflete a falta de amadurecimento espiritual. Querer fazer do nosso jeito as coisas sem a aprovação de Deus é sempre o motivo de nossa queda.

Paulo escreve aos coríntios dizendo “um pouco de fermento leveda a massa toda” (1Cor. 5:6). Isso considerando, que embora o pecado diga respeito à pessoa, as suas consequências não estão circunscrita a ela apenas, mas afeta a todos que estão ao redor e diretamente ligados. Por isso que nesse caso específico, todos os membros da família de Acã foi morta.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Josué - Queda das Muralhas de Jericó


Josué - Queda das Muralhas de Jericó   (Josué 6) 

“Pela fé, ruíram as muralhas de Jericó, depois de rodeadas por sete dias”   (Hebreus 11:30)
 
Reflexão do Tema
Esse episódio relata um momento crucial na vida de Josué. Ele conduz o povo já na fase final da entrada de Canaã. Deus manifesta o seu poder grandiosamente na travessia do rio Jordão para que o povo soubesse que era com Josué assim como fora com Moisés. Sob as orientações do Senhor ele transmite as estratégias de combate contra a cidade de Jericó que era uma verdadeira fortaleza. Parecia impossível transpor esse obstáculo. Mas Deus quis demonstrar  aquele povo que não era pela sua força, mas pelo Seu Poder que a cidade seria tomada e assim foi. 

As muralhas cairam depois que tudo foi feito conforme a vontade do Senhor e no tempo que Ele havia estabelecido. Muitas vezes, parece estranho as coisas de Deus, mas Ele é Deus e age como quer do jeito dEle. Aqueles que, pela fé prosseguirem sob o seu comando, firmes e confiantes, mesmo sem entender o porquê das circunstâncias, certamente serão vitoriosos. Deus nos coloca à prova para que possamos adquirir experiências com Ele. É nos momentos de provas onde o seu poder é manifestado em nossas vidas. Mas Ele nos quer dependentes e por isso Ele faz do Seu jeito, para que a honra e a glória seja dada a Ele. Amém queridos! 


Imagem da Aula
Na manhã fria de julho o estudo da Palavra de Deus aquece.
Obrigado Senhor meu Deus por mais esta oportunidade.


Leia sempre a Bíblia
PLANO DE AULA

Data: 07/07/2012
Tema: Josué: Quebra das Muralhas de Jericó
Texto-base: Josué 6

Versículo para decorar  “Pela fé, ruíram as muralhas de Jericó, depois de rodeadas por sete dias” (Hebreus 11:30) 

 

Objetivos

Levar as crianças a reconhecer a fidelidade de Deus no cumprimento de suas promessas através da posse de Jericó dada a Josué;   Perceber que o sobrenatural de Deus como o da queda das muralhas e a separação das águas do Jordão durante a travessia só puderam acontecer porque aquele povo creu e foi obediente; Crer que quando estamos em batalha espiritual, Deus, assim como se deu a Josué antes dos embates serem levados a efeito, teve um encontro com um anjo do Senhor a lhe direcionar e fortalecer, assim também se dá quando estamos passando por lutas, não importa de que ordem, Se colocarmos nas mãos do Senhor, Ele não nos abandonará, antes, enviará seus anjos para guerrear por nós, e crendo, seremos mais do que vencedores

Introdução
Este estudo tem por finalidade focar, principalmente, as estratégias dadas por Deus a Josué que antecedem a tomada de Jericó, como a preparação dos sacerdotes na condução da Arca, a Circuncisão, a Celebração da Páscoa, as orientações quanto a formação do cerco que durou sete dias, até a queda das muralhas  e a entrada triunfante do povo na cidade,  como também a sua total destruição e retirada de Raabe e toda a sua família,  conforme a palavra empenhada pelos espias e relembradas por Deus. Este texto evidencia o cumprimento da palavra de Deus empenhada a Abraão e levada a efeito através de seus descendentes e culminando com a tomada de Jericó através do jovem Josué.

Procedimentos
Fazer a oração inicial; Organizar a turma em círculo e dar encaminhamento a aula de forma natural, utilizando uma linguagem acessível à idade e nível de compreensão dos evangelizandos. Utilizar recursos visuais como vídeo, clip musical, cânticos (louvor). Relembrar a última aula, fazendo breve síntese, evidenciando o combinado dos espias com Raabe, mulher  Cananéia e dar início a aula do dia.

Contação de História
Relatar os episódios que narram os primeiros passos de Josué como líder dos israelitas, tendo que enfrentar as mesmas lutas que sucediam no período de Moisés, tendo que se firmar como homem escolhido de Deus, mantendo a unidade, fé e esperança naquele povo.

Deus honra Josué perante o povo
Não ignorando as dificuldades do seu servo Deus anuncia, antes da travessia do Jordão que honraria Josué perante o povo para que todos soubessem que estava com ele. E então, orienta-o a dizer ao povo para se santificar, pois grandes coisas sucederiam no dia seguinte.

O Milagre do Jordão
No dia seguinte,  conforme o anunciado a Josué, o rio Jordão se abre e o povo atravessa e todos se alegram no Senhor. Deus orienta Josué a chamar um dos doze representantes das tribos de Israel para que peguem no meio da travessia do rio Jordão, pedras, que teriam por objetivo relembrar o episódio às futuras gerações e fazê-los crer num Deus poderoso.

A Circuncisão e a Páscoa
Antes da chegada a Canaã, Deus orienta Josué a circuncidar a população masculina cujo objetivo era a separação desse povo, a submissão à sua vontade, condição para a posse da terra, e também a celebração da páscoa, comemorando a sua libertação do poder do Faraó durante o período do cativeiro.

O Cerco de Jericó
Josué segue todas as orientações dadas pelo Senhor e forma o Cerco em torno das muralhas de Jericó. Uma vez por dia, durante seis dias consecutivos rodearam as muralhas, seguindo a frente, sete sacerdotes levando consigo a Arca e cornetas de chifre de carneiros, as quais tocavam sem parar. Atrás, todos os valentes, formando o exército de guerreiros seguiam silenciosos conforme as ordens dadas por Josué. Nesse período, ninguém entrava e ninguém saía.

Estratégia do Silêncio
Disse Josué ao povo para que se mantivesse em silêncio e somente se manifestasse ao final quando assim fosse anunciado para que se desse o brado de vitória. No sétimo dia, conforme as orientações, deram sete voltas, tocando sem parar as cornetas. Disse Josué que o povo deveria começar a gritar o brado de vitória quando o toque das cornetas fossem prolongados e contínuos, e assim foi. Nesse momento ocorre a queda das muralhas.

O Resgate de Raabe e sua Família
Raabe era uma meretriz que morava em lugar estratégico em Canaã. Os dois espias que lá estiveram para obter informações sobre a cidade, fizeram contato com ela que os ajudou a sair da cidade a salvo, porque tão logo o rei ficou sabendo que eles estavam na cidade, enviaram soldados para prendê-los. Mas Raabe era muito esperta e sabia muito bem o poder do Deus que aqueles homens serviam e sabia que havia uma promessa de possessão da terra que morava aquele povo e que tudo seria em breve destruído. Pensando em si e em sua família, fez um acordo de ajudá-los para que eles poupassem sua vida e assim foi feito. O combinado seria que ela deveria pendurar um cordão escarlate sobre sua janela para que a mesma não fosse destruída. Josué cumpriu a palavra empenhada de seus espias e passou essas orientações aos soldados tão logo adentraram na cidade.

Anátema a Cidade – Diz o Senhor
As ordens do Senhor era para que se destruísse tudo o que houvesse na cidade e que nada fosse poupado, somente a vida de Raabe e de sua família conforme promessa feita. Não deveriam tocar em nada. Tudo deveria ser queimado. Assim, a cidade foi incenciada. Somente o ouro e a prata deveriam ser recolhidos ao tesouro e consagrados ao Senhor.

Conclusão
Essa primeira batalha na terra de Canaã, foi muito importante porque demonstrou mais uma vez que Deus era com o seu povo e que a sua promessa verdadeiramente se cumprira. Militarmente, esse episódio torna os Israelitas um povo temido e respeitado. Outras lutas viriam, ali era só o começo, mas o povo estava cheio de confiança e certos de que Deus lhes daria a vitória em todas as batalhas. Para Josué, esse episódio foi positivo porque ele se fortaleceu como líder e tornou-se um comandante respeitado.

Sonia Oliveira